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1.11.09

Assim .



"Tenho pavor de perder. Sou ciumento. Não gosto de dividir, não deixo ninguém partir. Tenho imenso medo de perder pessoas, então as guardo. Tranco pessoas em forma de memórias. E depois me arrependo. Não deixo ninguém ir. Mas não dá para mandar nas faltas dos outros, acabo aceitando a partida. Enfim, eu fecho olhos, colo um esparadrapo no peito, enfio um sorriso nos lábios e fico com o que me resta: um cheiro, um beijo, um abraço (...)"

De certa maneira,eu fujo a regra e possuo quem já não tenho mais.

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Achei esse texto simplesmente fantástico, fuçando blogs encontrei ele no Estou-me a vir',que por sinal é um blog bem legal.

Obrigado pelo material.
xD

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